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Telemóvel novo e sincronização: o que passa

A sincronização (Premium) mantém até 4 dispositivos a trabalhar sobre os mesmos registos: ao iniciar sessão com a mesma conta Google ou Apple, em Definições › Sincronização Cloud, as contas, os movimentos e os documentos registados num telemóvel aparecem nos outros. Foi desenhada para partilhar os registos, não para clonar o telemóvel — num aparelho novo aparece quase tudo, mas parte do trabalho existe apenas no telemóvel onde foi feito. Saber o que é o quê, antes de mudar, evita surpresas depois.

O que chega ao telemóvel novo

Depois de iniciar sessão com a mesma conta e de deixar a primeira sincronização terminar, o telemóvel novo mostra:

O que fica no telemóvel antigo

Mudar de telemóvel: uma ordem segura

  1. Primeiro uma cópia de segurança, no telemóvel antigo. Definições › Backup & Restauro › Criar Backup, em qualquer plano: um ficheiro .zip com o livro inteiro e os ficheiros dos recibos que estão nesse telemóvel, guardado onde quiser. É a cópia que não depende de nenhum telemóvel. A exportação (Premium) também grava os movimentos em ficheiros Excel / CSV / OFX, para ler noutro lado.
  2. Os ficheiros dos recibos. A partir da versão 1.5.0 chegam com os movimentos assim que o telemóvel novo sincronizar com ligação — não há nada a fazer. Na versão 1.4.0 existem apenas no telemóvel antigo: a única exportação que os inclui é o pacote para o contabilista (Premium), um ZIP com um PDF por transação; gere-o no telemóvel antigo e guarde esse telemóvel até confirmar que os ficheiros estão salvaguardados. O pacote pergunta agora que forma leva cada documento — com a informação do movimento (uma faixa com data, conta, categoria e valor por cima do documento) ou só o documento, tal como foi digitalizado; a escolha fica guardada.
  3. No telemóvel novo, instale a ZeniCash, inicie sessão com a mesma conta antes de registar seja o que for, e deixe a primeira sincronização terminar por completo antes de avaliar o que falta. Com 4 aparelhos já a sincronizar, o telemóvel novo é recusado até se retirar um em Dispositivos sincronizados — ver Os aparelhos de uma conta, mais abaixo. Sem sincronização, Restaurar Backup traz o livro a partir do ficheiro — e substitui tudo o que está no telemóvel.
  4. Reveja as Definições no telemóvel novo: como indicado acima, a maioria das preferências é por aparelho.
  5. Guarde o telemóvel antigo até estar tudo confirmado. Só o apague, ou o entregue a outra pessoa, depois de confirmar que o telemóvel novo mostra as contas, os movimentos e os documentos esperados.

Iniciar sessão com um livro já no telemóvel

A partir da versão 1.7.4, um livro criado neste telemóvel e nunca sincronizado mantém-se quando o telemóvel inicia sessão numa conta pela primeira vez: nada é esvaziado, e a primeira sincronização junta-o ao que a conta já tem na nuvem. Até à versão 1.7.3, esse primeiro início de sessão punha o livro de parte e mostrava um livro vazio.

Quando uma versão anterior pôs um livro de parte dessa forma, a aplicação pergunta uma vez, depois de iniciar sessão: Os dados deste telemóvel, de antes de iniciar sessão, foram postos de parte. Trazê-los para esta conta? Trazer de volta junta-os ao livro da conta, sem substituir nada, e a sincronização seguinte envia-os para a nuvem. Agora não deixa-os postos de parte no telemóvel; a pergunta volta depois do próximo início de sessão. Não é feita enquanto o telemóvel estiver num espaço partilhado.

Quando outra conta inicia sessão num telemóvel que tinha o livro de uma conta diferente, esse livro é posto de parte e o telemóvel passa para os registos da conta que entra. A partir da versão 1.7.4, uma conta que entra sem nada no telemóvel começa com as categorias predefinidas, a Carteira e os tipos de entidade predefinidos, como numa instalação nova; até aí começava sem nenhuma, e não era possível gravar uma despesa.

Os aparelhos de uma conta

Definições › Sincronização Cloud › Dispositivos sincronizados lista os telemóveis e tablets que sincronizam com a conta, com este aparelho no que está na mão e a última atividade de cada um; a partir da versão 1.7.4 cada um aparece com o nome do modelo — «Samsung SM-…», por exemplo — e um código curto que distingue dois do mesmo modelo. O Premium sincroniza até 4 aparelhos. Retirar um aparelho da lista termina-lhe a sessão: logo, se for este; na sincronização seguinte, se for outro — o que está nesse telemóvel fica lá.

Com a conta já no limite, o telemóvel a mais é recusado e, a partir da versão 1.7.4, a aplicação di-lo onde quer que a sincronização apareça: a caixa Limite de dispositivos atingido, com Gerir dispositivos, surge depois de uma sincronização pedida nas Definições e, uma vez, por si só, quando uma sincronização automática é recusada; o painel mantém um aviso com Gerir dispositivos enquanto o limite se mantiver; e a linha da sincronização nas Definições diz Limite de dispositivos atingido. Até à versão 1.7.3, só uma sincronização pedida nas Definições o dizia. Gerir dispositivos abre os Dispositivos sincronizados; no regresso, a aplicação tenta sincronizar outra vez.

Até se retirar um aparelho, esse telemóvel não sincroniza, e os registos da conta não aparecem nele: o que mostra não é o livro da conta. Um telemóvel reinstalado, ou com os dados da aplicação apagados, conta como aparelho novo — a entrada antiga dele continua em Dispositivos sincronizados, e é essa que se retira.

Sem Premium nada sincroniza. Quem deixou de ter Premium pode enviar uma vez as alterações pendentes desse telemóvel, com Envio final para a nuvem.

Quando a sincronização diz «Sem ligação à internet»

Uma rede que diz ter ligação mas não responde — o Wi-Fi de um hotel, um DNS avariado — deixava o círculo da sincronização a rodar sem fim. A partir da versão 1.5.0 cada chamada à nuvem espera um minuto e desiste: a app diz «Sem ligação à internet.», guarda o que já tinha recebido, e a sincronização seguinte retoma onde ficou.

Uma instalação nova segue a região do telemóvel

A partir da versão 1.5.0 uma instalação nova abre na moeda, na ordem da data e no formato de números da região do telemóvel, com o tema a seguir o do telemóvel. Uma instalação já existente não muda nada: mantém a moeda, os formatos e o tema que tinha.

Sincronizar não é uma cópia de segurança

O papel da sincronização é manter coerentes entre si os dispositivos em uso — não guardar uma cópia de tudo para mais tarde: o que se apaga num telemóvel apaga-se nos outros. A cópia que sobrevive a qualquer telemóvel é o ficheiro da cópia de segurança, grátis, em Definições › Backup & Restauro. Fazê-la com regularidade — por exemplo, no fim de cada mês — custa pouco e faz com que uma mudança de telemóvel nunca dependa do que a sincronização leva.

Restaurá-la substitui o livro do telemóvel. A partir da versão 1.7.4, uma cópia feita noutra conta ZeniCash é recusada sem nada mudar, e num telemóvel com sessão iniciada a sincronização fica em pausa depois de restaurar, para o livro ficar tal como a cópia o deixou — até ser retomada, com uma confirmação, e os registos da nuvem se juntarem de novo. Veja Bloqueio por PIN, cópias de segurança e apagar a conta.

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